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Pensamentos Nómadas

Nomadic Thoughts - Pensées Nomades - Кочевые Мысли - الأفكار البدوية - 游牧理念

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Nomadic Thoughts - Pensées Nomades - Кочевые Мысли - الأفكار البدوية - 游牧理念

Panorâmicas da Tailândia (2014)

 

Fotografia

 

 

FOTOGRAFIAS PANORÂMICAS INTERACTIVAS

 

Temple de Pha Sorn Kaew I

 

Temple de Pha Sorn Kaew II

 

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Luís Garcia, 28.02.2016, Lampang, Tailândia

 

 

 
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Panorâmicas da Arménia (2014)

 

Fotografia

 

 

FOTOGRAFIAS PANORÂMICAS INTERACTIVAS

 

Agarak 

 

Khor Virap

 

Ierevan

 

 

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Luís Garcia, 28.02.2016, Lampang, Tailândia

 

 

 
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Emoji Reaction, a novidade do Facebook

 

 

facepiças

 

 Luís Garcia  SOCIEDADE TECNOLOGIA

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Adoro - parece a sociedade Tailandesa, pois que neste país quando se gosta, quando se adora, quando não se gosta, ou mesmo quando se detesta algo ou alguém, o que a malta faz, invariavelmente, é mostrar um sorriso (amarelo ou não) e dizer Kha/Khap. O Facebook, imbuído do mesmo espírito, diz-nos que podemos dizer se "gostamos", ou se gostamos muito, mas insiste em não nos deixar dizer que "não gostamos", não se percebe.

 

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Riso - sim, é de rir o botão, assim como a ideia de o incluir nas opções possíveis. Então mas este pessoal acha que não se usa já emojis que chegue e que sobre? Não, aparentemente não, há palavras a mais e emojis a menos, e com esta medida pode ser que consigam de vez fazer a malta deixar de se expressar por palavras e passar a fazê-lo exclusivamente por bolas amarelas (e outras cores) com riscos pretos lá dentro. Boa!
 

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Surpresa - voltamos ao mesmo, minimizar a linguagem humana. George Orwell era um menino ingénuo, um amador. Qual simplificar a linguagem num futuro (já presente) distópico, qual quê, criando a "novalingua"! Acaba-se é com a snobisse de uma vez por todas! Usem emoticons e emojis, mazé!
 

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Tristeza - feito a pensar naqueles que se sentem tristes por não terem (ainda) o botão "não gosto" que tanta falta lhes faz. Tristeza por constatar que Zuckerberg insiste em não aceder ao pedido de um quinto da população mundial, a qual desespera pela aparição do botão "não gosto". Poderiam acrescentar ainda o botão "desespero", que bem melhor transmitiria as emoções desse 1/5 da população pela falta do raio do botão, e daquela meia dúzia de freeks que sabem que são espionados à bruta pelos serviços secretos ocidentais através do Facebook e que insistem, como eu, em continuar a utilizá-lo por crerem no potencial positivo desta rede social enquanto fonte de informação horizontal e descomprometida com os interesses económicos censuradores e auto-censuradores.
 

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Ira - Há quem diga que é este o botão que se deve usar quando não se gosta de uma publicação. Mas não! Discordo. Uma pessoa racional e equilibrada, que não goste de uma publicação, deveria conseguir não-gostar sem se enervar e sem entrar em ataque de raiva. Pelo contrário, deveria conseguir provar com argumentos racionais e sensatos o porquê do seu descontentamento. Este botão de "ira", a ser aplicado enquanto aproximativo de "não gosto", só servirá de forma de expressão para aqueles que não tendo razão nem argumentos, se enraivecem por não os ter! Penso eu de que! Ahahahah, ou melhor, :D .
 

Luís Garcia, 27.02.2016, Lampang, Tailândia

 

 

 
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Cuidado com os artistas

 

 

 

RICARDO MINI copy  SOCIEDADE 

 

A espécie humana é peculiar no reino animal por ser a única capaz de criar um mundo ilusório e tomá-lo por real ao ponto de a própria visão sensível já não ser capaz de enxergar o que os seus conceitos superficializam, o que a sua língua volatiliza, o que o seu pendor idealista e metafísico desmaterializa e o que o seu entendimento ignora da realidade inescrutável pelo intelecto humano, o que o desfasa de todas as restantes formas de vida sensível, por se desarreigar de uma vivência natural plena.

 

Aberrante, então, é a raça dos artistas.

 

Se nos dermos à empresa de conhecer a história pessoal da esmagadora maioria dos artistas, principalmente os de relevo histórico-cultural, e munidos de uma certa quantidade de conhecimento na disciplina da psicologia, facilmente traçamos perfis de desequilíbrio psíquico.

 

E, tal, não é tão abstruso como possa parecer ao apreciador médio de arte. Basta compreender o seu modus operandi, que passa, grosso modo, por, perante a rejeição social a que são sujeitos, muitos deles até tendo passado por graves problemas no que diz respeito ao desenvolvimento emocional e pessoal no seio da própria família, se isolarem num mundo idealizado que vão orquestrando imaginativamente. Mundo esse que é a base para a sua projeção externa da forma como a realidade se deveria apresentar perante eles. Na ignorância científica de que a maioria padece, facilmente o que poderia devir em algo que representasse uma melhoria realista para o mundo humano resvala para uma utopia. E, então, o encerramento dentro de si mesmo consolida-se, ora sob a forma de um embriago de felicidade tola, ora mais comummente sob a forma de um pessimismo que pode ser lido na sua misantropia irremediável, quando decidem que aquilo que veem à sua volta, e que não passa da corporização do um determinado conteúdo cultural, compõe a “natureza humana”.

 

E é da misantropia que pode derivar uma certa perda de aptidão para a empatia de que muitos padecem, reduzindo-se a sua sentimentalidade às formas frias estilísticas através das quais a exprimem, viciando-se na sua produção artística e negligenciando as relações humanas. Isso foi genialmente explorado por Ingmar Bergman nos seus filmes, como por exemplo “Sonata de Outono”, no qual Ingrid Bergman personifica magistralmente alguém com o perfil psicológico que tracei.

 

Ensimesmados, arrastam para a perdição humana toda a gente que toma contacto com o seu diletantismo, por submissão a um ideal positivo ou negativo que projetam e com base no qual interpretam toda a operabilidade do universo.   

 

Mais cedo ou mais tarde, as pessoas que assumiram essas ideias acabarão por esbarrar com uma realidade oposta, à qual atribuirão, por uma postura não científica, a qualidade de humanamente insolúvel, perdendo-se, possivelmente para sempre, da possibilidade de fruir o mundo para além do efeito visceral do bolo que resultou do vício de mastigar a realidade com as mandíbulas da ficção e interioriza-lo como se fosse real.

 

Ricardo Lopes

 

 

 

 
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Livros de Michel Foucault em português (PDF)

 

 

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Livros de Salvador Allende em PDF

 

 

Salvador Allende

 

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Livros de Naomi Klein em português (PDF)

 

 

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Livros de Neno Vasco em português (PDF)

 

 

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Livros de Raúl Valdés Vivó em PDF

 

 

 

 

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Livros de Arthur Conan Doyle em português (PDF)

 

 

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